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PRESIDENTES

José Rosa Rodrigues, 28/02/1904 a 22/11/1906

1º Presidente, Fundador, presidente e futebolista Presidente, Fundador, presidente e futebolista

Irmão mais velho dos três que criaram o Clube, foi escolhido entre os 24 fundadores reunidos em 28 de Fevereiro de 1904, numa dependência da Farmácia Franco, em Belém, para presidir a uma Comissão Administrativa de três dirigentes que orientaram nos primeiros anos o Grupo Sport Lisboa (depois de 1908, Sport Lisboa e Benfica). Fez parte da equipa de futebol que realizou aquele que é considerado o primeiro jogo do Sport Lisboa, com o Grupo do Campo de Ourique, em 1 de Janeiro de 1905 (vitória por 1-0), no Campo das Terras do Desembargador, às Salésias, em Belém.


Luís Carlos de Faria Leal, 18/11/1906 a 15/09/1907

Em Benfica, fundou-se a 26 de Julho de 1906, o Grupo Sport Benfica. O clube dedicava-se ao ciclismo e atletismo, possuindo um bom campo de jogos e excelentes dirigentes. Em 12 de Agosto de 1906, foi designado presidente da Direcção, sendo confirmado no cargo a 18 de Novembro de 1906, em Assembleia Geral. Foi eleito Sócio Benemérito (1909). O carácter ecléctico do clube, bem como a sua organização, atraíram inúmeros associados, entre eles, sócios do Grupo Sport Lisboa, como Cosme Damião, fundador do Sport Lisboa, que foi o associado n.º 81 do Grupo Sport Benfica


Dr. Januário Barreto, 12/18/1906 a 13/09/190

Em 1906, o Sport Lisboa alcançara posição de destaque, sendo considerado pela imprensa como o melhor grupo de futebolistas portugueses. Mas faltavam infra-estruturas. Aquando da eleição da primeira Direcção, em 22 de Novembro de 1906, permaneceram os três membros da Comissão Administrativa, sendo eleito presidente Januário Barreto, figura grata no desporto, prestigiado conhecedor das regras do futebol, árbitro e médico. Durante a sua gerência, o Clube conquistou os dois primeiros troféus, no Torneio Inter-Clubes do Internacional (CIF), em 2.ª e 3.ª categorias


João José Pires, 15/09/1907 a 02/02/1910

Presidente do Grupo Sport Benfica (em Fevereiro de 1908, Sport Clube de Benfica), tornou-se presidente do Sport Lisboa e Benfica aquando da junção do Sport Clube de Benfica com o Grupo Sport Lisboa, em 13 de Setembro de 1908. Uma aglutinação de dois emblemas, que nunca foram rivais no campo desportivo: o primeiro dedicava-se principalmente ao atletismo e ciclismo e o segundo ao futebol. Durante a gerência, estimulou iniciativas sociais e desportivas, ultrapassou problemas financeiros e debateu-se com a procura de um campo, já que o dono do campo da Feiteira exigia uma renda exorbitante.


Alfredo Alexandre Luís da Silva, 02/02/1910 a 26/03/1911

Foi vice-presidente no mandato anterior. Em 1910, o futebol sagrou-se pela primeira vez campeão de Lisboa e nas três categorias existentes (1ª, 2ª e 3ª), com Cosme Damião como homem-forte do futebol. Desenvolveu-se o atletismo e ciclismo, respectivamente, com Francisco Lázaro e Alberto Albuquerque. Fundou, mais tarde, o Desportos de Benfica (1913), que se integrou, três anos depois, no Sport Lisboa e Benfica. Voltou à Direcção, como vice-presidente, em 1916, e seria vice-presidente e presidente do Conselho Fiscal, de 1919 a 1924. Foi Sócio Benemérito em 1908.


António Nunes de Almeida Guimarães, 26/03/1911 a 09/07/1911

O seu mandato foi o mais curto da história do Benfica, tendo durado menos de quatro meses (105 dias), período após o qual solicitou a realização de novas eleições. As razões para essa decisão prenderam-se, principalmente, com a impossibilidade de quatro dos sete elementos da Direcção corresponderem às necessidades do Clube e também pelo facto de o próprio presidente, por afazeres profissionais, ter de se ausentar de Lisboa com muita frequência. Neste conturbado período, Cosme Damião, eleito vogal da Direcção, foi quem mais se destacou, revelando-se como um verdadeiro pilar do Clube..


Dr. Alberto Lima, 09/07/1911 a 31/03/1912; 05/12/1912 a 29/08/1915

Teve um primeiro mandato de oito meses, após o qual foi vice-presidente. Regressou à presidência numa gerência em que estreou uma sede, na Baixa (Rua Garrett), iniciando-se a ginástica (1913); fundou O Sport Lisboa, primeiro jornal de um clube; inaugurou o campo de Sete Rios, onde se iniciaram a natação e o ténis. O futebol obteve o primeiro tri no Regional de Lisboa (1912, 1913 e 1914), com a proeza (única) de ter ganho as quatro categorias em 1914, com Cosme Damião, médio-centro e capitão da 1.ª categoria, como treinador e dirigente.


José Eduardo Moreira Sales, 31/03/1912 - 05/12/1912

Foi de curta duração esta gerência, com os Estatutos, elaborados por Alberto Lima (vice-presidente) e Félix Bermudes e aprovados em Assembleia Geral em 1912, a fazerem coincidir os mandatos com os anos civis, pelo que houve eleições no final de 1912. Durante a curta gerência, trocou-se o periférico bairro de Benfica pelo centro da cidade, na Baixa Pombalina, inaugurando então a Sede em pleno Rossio, de forma a tornar-se mais acessível aos associados, pois o clube há muito que extravasara os limites de Benfica e Belém (onde continuava a ser muito popular)


José Antunes dos Santos Junior, 29/08/1915 - 15/07/1916

Na sua gerência, após a vice-presidência da Assembleia Geral nos dois mandatos anteriores, o futebol sagrou-se, pela segunda vez, em 1915/16, campeão de Lisboa nas quatro categorias, sendo a terceira vez que conquistou todos os títulos (em 1909/10 só havia três categorias). Organizaram-se jogos internacionais no campo de Sete Rios e melhoraram-se as infra-estruturas do ténis e natação, surgindo o pólo aquático. Em 1916, Cosme Damião, aos 30 anos (e 11 como futebolista), despediu-se de jogador, continuando como Capitão-Geral, misto de dirigente e treinador.


Felix Bermudes, 15/07/1916 – 7/10/1916; 18/01/1945 – 19/01/1946

Escritor consagrado, foi um desportista ecléctico, no futebol (desde 1905), atletismo (primeiro praticante), tiro e esgrima. Em 1908, foi Sócio Benemérito. Foi eleito, em 1916, para um mandato cujo objectivo era ultimar a integração do Desportos de Benfica, ficando o Clube, até 1981, com uma magnífica Sede, em Benfica, com campo para futebol, rinque de patinagem, campos de ténis e carreira de tiro. Regressou à presidência em 1945, quase 30 anos depois. Em 1944/45, o futebol sagrou-se campeão nacional e comprou-se a Sede, que estava alugada desde 1916!


Dr. Nuno Freire Themudo, 7/10/1916 - 22/07/1917

Os três meses iniciais, enquanto presidente, não foram pacíficos, em grande parte devido aos efeitos nocivos da I Guerra Mundial, com instabilidade política e social no País, originando uma grave crise de receitas que afectaram as finanças. O mal-estar existente no seio do Clube culminou com a desagregação da Direcção. Um grupo de associados liderado por Cosme Damião conseguiu um empréstimo para saldar as dívidas mais urgentes, resolvendo, em parte, a situação. O futebol sagrou-se campeão de Lisboa, título que, entre 1911/12 e 1917/18, só não ganhou em 1914/15.


Bento Mântua, 22/07/1917 - 25/08/1926

Chegou à presidência num momento difícil, suportando quase todas as dívidas. Dramaturgo, benemérito (desenvolvendo a patinagem, o hóquei em patins e de campo, bem como o râguebi) teve uma longa gerência. Em 1917, o futebol estreou-se no campo das traseiras da sede, pois o senhorio de Sete Rios exigia uma renda incomportável. Em 1925, inaugurou-se o campo das Amoreiras, propriedade do Clube (finalmente, após 21 anos de arrendamentos em espaços diferenciados na cidade), com entusiasmo dos sócios, que ultrapassaram o milhar, em 1921 e eram já mais de três mil, em 1925.


Eng. Alberto Silveira &AACUTEvila de Melo, 25/08/1926 - 15/08/1930

Nos três mandatos iniciais, teve Ribeiro dos Reis como Capitão-Geral, num período com carência de vitórias no futebol (apesar das valorosas conquistas nas categorias inferiores). Com a situação financeira do Clube a melhorar foi construído, junto ao estádio das Amoreiras, um campo para uma nova modalidade, o basquetebol (1927). Surge, também, o ténis de mesa (1928). Com a mudança na política de aquisição de futebolistas, conquistou-se em 1930, pela primeira vez, o Campeonato de Portugal. Em 1929, era o presidente, quando o maior clube português comemorou as Bodas de Prata.


Manuel da Conceição Afonso. 15/08/1930 - 20/08/1933; 04/11/1936 - 31/07/1938 - 19/01/1946 - 25/01/1947

Verdadeiro homem do povo, possuindo excelentes dotes de orador, a Manuel da Conceição Afonso se deve a redução do passivo do Clube aquando da construção do Campo das Amoreiras.


Vasco Rosa Ribeiro. 20/08/1933 - 04/11/1936

Cumprindo três mandatos, é na sua presidência que o Benfica é obrigado a abandonar o Campo das Amoreiras, devido à construção do viaduto Duarte Pacheco e da auto-estrada que é hoje a A5.


Júlio Ribeiro da Costa. 31/07/1938 - 01/08/1939

Enquanto presidente da Direcção foi um grande orador, demonstrando sempre uma incansável lealdade pelo Clube, sabendo defender os seus interesses até ao limite das suas forças.


Augusto da Fonseca Júnior. 01/08/1939 - 18/01/1945

Durante o seu mandato o Clube passou por uma delicada situação financeira, apesar do crescente número de sócios que a si afluía.


João Tamagnini Barbosa. 25/01/1947 - 29/01/1949

Durante o seu mandato deram-se novos passos tendentes à resolução do problema do futuro campo, visto que o estádio do Campo Grande não possuía as condições logísticas para um clube com a dimensão do Benfica.


Mário Lampreia de Gusmão Madeira. 29/01/1949 - 15/03/1952

Com Mário Madeira na presidência e devido às insuficiências do estádio do Campo Grande continuou a insistir-se na construção do Estádio do Sport Lisboa e Benfica. Assistiria à conquista, em 1950, da Taça Latina, a primeira vitória internacional do Glorioso..


Joaquim Ferreira Bogalho. 15/03/1952 - 30/03/1957

Esteve na presidência do Clube durante cinco anos, entre 1952 e 1957, estando no poder aquando da construção do Estádio da Luz, inaugurado em 1954, razão pela qual é visto como um dos presidentes de maior importância.


Maurício Vieira de Brito. 30/03/1957 - 31/03/1962

O seu nome ficará para sempre ligado ao 3º anel do estádio e às torres de iluminação, que foram construídas e inauguradas sob a sua gerência, assim como à conquista da primeira Taça dos Clubes Campeões Europeus de Futebol, que projectou o Clube para o plano internacional.


António Carlos Fezas Vital. 31/03/1962 - 26/03/1964

Figura sempre dedicada ao Benfica, mesmo após o seu afastamento da presidência, António Cabral Fezas Vital dirigiu os destinos encarnados numa das épocas áureas a nível internacional, conquistando a segunda Taça dos Campeões Europeus, em 1962.


Adolfo Vieira de Brito. 26/03/1964 - 08/05/1965; 03/07/1967 - 12/04/1969

Durante a sua presidência foi inaugurado o pavilhão situado nos baixos do terceiro anel do Estádio, onde se passaram a realizar os jogos de hóquei, basquetebol e andebol, sendo também concluída a construção do pavilhão nº 1.


António Catarino Duarte. 08/05/1965 - 17/06/1966

A sua eleição pode ser considerada algo insólita, pois o excelente trabalho realizado pela presidência anterior não levaria a pensar que acabasse por não ser reconduzida.


José Ferreira Queimado. 17/06/1966 - 03/07/1967; 26/05/1977 - 29/05/1981

A sua primeira presidência foi marcada por graves dificuldades financeiras, agravadas pela eliminação da Taça dos Campeões Europeus.


Duarte António Borges Coutinho. 12/04/1969 ᆮ/05/1977

Esteve na presidência do Benfica entre 1969 e 1976, sendo o segundo presidente que mais tempo se manteve no cargo e um dos nomes históricos do Clube.


Fernando Martins. 29/05/1981 - 27/03/1987

A sua obra mais significativa foi o fecho do terceiro anel, sendo que, com as contas equilibradas, a sua liderança revelou-se indiscutível, tornando-se um dos presidentes mais importantes da história do Clube.


João Maria dos Santos Júnior. 27/03/1987 - 24/04/1992

Esteve na presidência do Benfica entre 1987 e 1992, sendo eleito sob o lema de um Benfica Europeu.


Jorge Artur Rego de Brito. 24/04/1992 - 07/01/1994

A sua presidência dividiu os adeptos, sendo visto por muitos como um dos melhores presidentes da história encarnada, e por outros como uma figura que não soube segurar as finanças do Clube. Diz-se que a mulher ficou com ciúmes do Benfica e que levou muitos fundos.

Com jorge de Brito tivémos uma das melhores equipas da história do futebol português: Sousa, Paneira, Futre, Rui Costa, João Pinto e Rui Águas.


Manuel Damásio. 07/01/1994 - 31/10/1997

Se ao ascender à presidência o Clube se encontrava num período financeiramente negro, Manuel Damásio mostrou-se incapaz de inverter a situação. Destruiu um equipa de futebol e troxe um cancro para treinar o Benfica... Fantástico.


João Vale e Azevedo. 31/10/1997 - 27/10/2000

Apesar do seu carisma e popularidade, João Vale e Azevedo lançou o Benfica numa das suas fases mais tumultuosas, podendo mesmo afirmar-se que a credibilidade do Clube nunca terá descido tão baixo a nível nacional e internacional.

Fica, no enatnto a dúvida porque se diz que foi o sistema que lhe traçou o destino. Para mim, em vez de comprar iates com o dinheiro, deveria ter currompido alguns árbitros... just kidding.

Sem perdão a ameaça que se diz ter feito a Eusébio caso este não votasse nele nas suas últimas eleições.


Manuel Vilarinho. 27/10/2000 - 31/10/2003

Devido a todos os problemas que tinham assolado o Clube durante os mandatos anteriores, Manuel Vilarinho foi visto como o rosto da sua salvação, conseguindo recuperar a credibilidade e imagem financeira do Benfica. é, hoje, visto como testa de ferro para quem o seguiu.


Luís Filipe Vieira. 31/10/2003 -

Chegou à presidência com a responsabilidade de devolver o Clube às suas glórias passadas, ainda está a trabalhar para isso


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